Akon dá detalhes sobre sua cidade futurista de R$32 bilhões no Senegal

n está pronto para começar a construção de sua cidade futurista no Senegal. Em uma entrevista com o site TMZ, ele contou que a primeira parte do projeto é começar com um grande hospital com 5 mil leitos, que será referência em todo o continente.

“Teve toda uma discussão sobre por onde começar a construir. O que eu queria é que a cidade seja algo que todo o país possa usufruir, então estamos começando por um hospital. Ele vai custar sozinho cerca de 1 bilhão de dólares, vai ser um dos maiores hospitais da África ocidental”, contou o cantor. “Percebemos que muitas vezes pessoas contraem doenças sérias em alguns lugares da África e têm que voar para a Europa ou para os Estados Unidos para se tratar, então agora vai ser muito mais fácil, pois elas podem apenar voar até o Senegal em um vôo de uma, duas horas”.

Akon afirmou que o resto da cidade será construído em torno do hospital e dentro da primeira fase também estão inclusas delegacias, aeroporto e corpo de bombeiros além de condomínios residenciais e fontes de suprimentos. O plano é que essa fase seja finalizada até 2023 e a cidade completa em 2029.

O projeto total da ‘Akon City’ é avaliado em 6 bilhões de dólares – pouco mais de R$ 32 bilhões -, valor que foi arrecadado por Akon e um grupo de amigos.

“Eu sempre sonhei com isso, mas não sabia se seria possível, óbvio. Mas com o tempo as coisas melhoraram, minha empresa de energia acabou super bem-sucedida, então consegui juntar um grupo de amigos com quem consegui arrecadar esse dinheiro para de fato construir a cidade”, continuou.

Apesar de sua magnetude, a Akon City não é um projeto pontual e o cantor revelou que existe um plano para que ela seja “franqueada” por todo o continente africano

Projeto foi comparado com Wakanda, cenário fictício do filme Pantera-Negra

FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Desde a divulgação do projeto, a cidade foi diversas vezes comparada com Wakanda, cenário fictício do filme Pantera-Negra e Akon confessou que, apesar de ter começado seu projeto antes do lançamento do longa, se aproveitou das comparações de certa forma.

“É muito legal, especialmente considerando o que o filme fez pela África no sentido de publicidade. Antes era sobre florestas, países com doenças e pobreza, essa era a visão que as pessoas tinham da África, mas o filme criou uma ideia do que ela pode ser, o que pode vir no futuro. E é muito irônico porque eu já estava trabalhando nisso antes de o filme sair, mas posso dizer que me ajudou muito ao tentar explicar para as pessoas o que eu estava tentando fazer”, completou.

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