Alagoas ultrapassa a marca dos 100 mil infectados pela Covid-19

Alagoas ultrapassou, nesta quarta-feira (16), a marca dos 100 mil infectados pela Covid-19, conforme Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Em 24h, o estado confirmou 773 casos da doença, um aumento de 149,3% em relação ao dia anterior, que teve 310 novos infectados. Nesta quarta-feira, o boletim também trouxe mais cinco mortes provocadas pelo novo coronavírus.

Com a atualização dos números, Alagoas passa a registrar 100.011 casos de Covid-19 e 2.389 óbitos desde o início da pandemia. Atualmente, 2.052 pessoas estão em isolamento domiciliar no estado. Outros 95.317 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há, ainda, 8.696 pessoas aguardando o resultado do exame que pode detectar a infecção pela doença.

Entre as cinco vítimas que constam no boletim, uma era residente da capital e quatro do interior do Estado. A de Maceió era um homem 66 anos, hipertenso, que morreu no Hospital Arthur Ramos.

Já as quatro vítimas que residiam no interior do Estado eram um homem e três mulheres. O homem de 90 anos, residente em Minador do Negrão, não tinha comorbidades e morreu no Hospital Regional Santa Rita, em Palmeira dos Índios; a mulher de 75 anos, de Traipu, era hipertensa, diabética, obesa e morreu na Santa Casa de Maceió; a mulher de 53 anos, de Delmiro Gouveia, era hipertensa e morreu no Hospital Chama, em Arapiraca; e a mulher de 81 anos, residente em Arapiraca, era hipertensa e evoluiu para óbito no Hospital Regional de Arapiraca.

Os casos confirmados de pessoas com a Covid-19 estão distribuídos nos 102 municípios alagoanos. Entre os 2.389 óbitos por Covid-19, oito deles eram de pessoas residentes em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, tendo como vítimas seis homens e duas mulheres. Dos 2.381 óbitos de pessoas residentes em Alagoas, 1.342 eram do sexo masculino e 1.039 do sexo feminino. Eram 1.045 pessoas que residiam em Maceió e as outras 1.336 moravam no interior do Estado, segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Sesau.

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