Fim de semana em Alagoas é marcado por dois casos de duplo homicídio

O fim de semana em Alagoas foi tomado pela violência. O estado registrou, entre sábado (19) e domingo (20), dois casos de duplo homicídio, além de quatro assassinatos com uma vítima e uma tentativa. Os fatos aconteceram na capital e no interior do estado. Nenhum suspeito das ocorrências foi preso.

O primeiro caso de duplo homicídio aconteceu no sábado, em Junqueiro. As vítimas, identificadas apenas como Marcelinho e Elivaldo, foram mortas a tiros às margens da rodovia BR-101, no povoado Mutuns, naquele município.

De acordo com a Polícia Militar (PM), acionada para a ocorrência, as duas vítimas estavam bebendo juntas, quando suspeitos, não identificados, aproximaram-se e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Após o crime, os indivíduos fugiram e não foram localizados. As vítimas não resistiram aos ferimentos e morreram antes mesmo dos primeiros socorros.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi acionada e isolou o local.

OUTROS CASOS

Já em Arapiraca, dois jovens foram executados a tiros nesse domingo. Nas imagens que circulam pelas rede sociais, um homem caminha pela calçada e, ao chegar em frente a um depósito onde estão, pelo menos, seis pessoas sentadas e conversando, dentre elas, uma criança, saca a arma e efetua três disparos em um dos jovens.

Em seguida, o criminoso atira em outro jovem, que tenta correr, mas é atingido e morre no local. Em seguida, o autor dos disparos foge, tomando destino ignorado.

As vítimas foram identificadas como Gabriel Marcos dos Santos Brito, vulgo “Bibi”,18 anos; e Maxsuel Araújo da Silva, de 19 anos.

Além dessas ocorrências, mais quatro homicídios e uma tentativa foram registrados na capital e no interior de Alagoas, nesse domingo. Nos casos de homicídio, três deles aconteceram por arma de fogo e um por arma branca.

Em um dos casos, um adolescente foi morto após ser atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça, vindo a óbito antes dos primeiros socorros.

Os corpos foram periciados pelo Instituto de Criminalística (IC) e recolhidos por funcionários do Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil (PC) vai investigar os casos.

 

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