Produção de ovos de galinha cresceu 9,3% em Alagoas em 2020, diz IBGE

A produção de ovos de galinha cresceu 9,3% em Alagoas no ano passado. É o que aponta a Estatística da Produção Pecuária, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Em números absolutos, foram 265.920 milhões de ovos de galinhas produzidos no Estado no ano passado. O aumento aferido em Alagoas está acima do nacional, que foi de 3%.

De acordo com o IBGE, o resultado visto no Brasil foi influenciado pelo aumento do consumo do produto em meio à recessão instaurada por conta da pandemia, por se tratar de uma proteína de valor mais acessível em comparação às carnes. Por outro lado, houve incremento significativo nos custos de produção do setor.

Ainda assim, o número de galinhas poedeiras reduziu em Alagoas, saindo de um efetivo de 848.204 no 4° trimestres de 2019 para 843.883 no mesmo período de 2020. Recuo percentual de 0,5%. fechou o ano com um total de 843 883 galinhas poedeiras Quando o assunto foi o abate de bovinos em Alagoas em 2020, o IBGE aferiu uma queda de 8%.

Em números absolutos, foram abatidas 104.884 cabeças de gado em Alagoas em 2020, ante 114.001 em 2019. Em todo o País, a retração foi de 8,5%. O número de suínos abatidos em Alagoas no ano passado também caiu. Foram 11.573 suínos abatidos em 2020 ante 12.055 em 2019, queda de 4%.

DADOS NACIONAIS

Em 2020, foram abatidos 29,7 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal), uma queda de 8,5% em relação a 2019 após três anos de crescimento na atividade. Houve quedas em 24 das 27 Unidades da Federação e as mais expressivas foram em Mato Grosso (menos 573,6 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (menos 346,1 mil cabeças), Bahia (menos 237,2 mil cabeças) e Goiás (menos 220,3 mil cabeças). O único estado com mais de 1% de participação no abate bovino a apresentar alta foi Santa Catarina (mais 59,5 mil cabeças). Mato Grosso continuou liderando o ranking das UFs do abate de bovinos em 2020, com 17,1% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (10,9%) e São Paulo (10,5%).

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