Treze militares do Corpo de Bombeiros de Alagoas recusaram vacina contra a Covid-19

Treze bombeiros militares de Alagoas se recusaram a tomar vacina contra a Covid-19. Os dados foram obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação e são referentes até esta segunda-feira (7). A vacinação de profissionais da Segurança Pública teve início em Alagoas no último dia 5 de abril e está disponível para todos os membros deste grupo.

Gazetaweb teve acesso a algumas planilhas onde constam os termos de recusa destes servidores. No 2º Grupamento de Bombeiros Militar de Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, três bombeiros com 46, 35 e 36 anos de idade assinaram o termo de recusa do imunizante.

No Grupamento de Salvamento Aquático, seis militares não tomaram o imunizante porque alegaram possíveis reações. Estes bombeiros têm idades entre 31 e 50 anos. Outros dois alegaram que não tiveram tempo para tomar a vacina.

Houve também quem não tomou porque questiona a eficácia do imunizante. Este foi o caso de um bombeiro lotado no 3° Grupamento Bombeiro Militar, na cidade de União dos Palmares, na Zona da Mata alagoana. No termo de recusa, o militar alegou que “Não acredita na CoronaVac e não conseguiu tomar a Astrazeneca por estar gripado”. Por lá, outros dois alegaram decisões pessoais para não tomar.

No início do último mês de maio, a Gazetaweb noticiou que os servidores da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) que se recusaram a tomar a vacina contra a Covid-19 poderiam ser afastados do trabalho e responder processo administrativo que pode levar à exoneração. Após orientação do Ministério Público do Trabalho (MPT), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da universidade abriu processo para saber como proceder nestes casos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

TOP