
O candidado a prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB) se pronunciou em nota sobre o pedido de segunda-feira (19) do Ministério Público Eleitoral de impugnar a sua candidatura. O pedido teria sido feito porque segundo o promotor eleitoral Fabiano Augusto Petean, Marçal teria abusado de pode ecônomico no périodo pré-campanha, por meio das redes sociais, e deveria ter o sigilo das contas bancárias e empresariais quebrado, além de ser suspenso de concorrer a cargos políticos por oito anos. O texto diz que o abuso teria ocorrido por meio de promessas de ganho financeiro para quem repostasse conteúdos favoráveis ao candidato.
Leonardo Avalanche, presidente do PRTB, e o corpo júrido do partido também se manifestaram sobre o caso e afirmaram que a investigação a respeito da campanha não resultará em sua impugnação. “A ação de investigação judicial eleitoral proposta pelo Ministério Público em face do candidato Pablo Marçal será julgada improcedente pela Justiça eleitoral. A defesa do candidato demonstrará, em juízo, que todos os gastos de pré-campanha não excedem os limites do razoável. Sem prejuízo, o pedido de suspensão liminar do registro de candidatura não encontra qualquer amparo legal, razão pela qual será indeferido pela Justiça Eleitoral”, disseram em nota.


