Cercado de aliados medíocres, Lula completa seis meses no cargo sem projetos para o país, sem votos no Congresso e sem contato com o povo.
Em março deste ano, quando o governo dava os primeiros sinais de que havia pifado na largada, o presidente Lula participou de uma grande recepção para os prefeitos em Brasília. Àquela altura, o petista já precisava justificar a escolha de ministros sem nenhuma aptidão para o ofício e a reciclagem de projetos ultrapassados. Lula afirmou sem rodeios: “Prefiro um político competente do que um técnico. Porque o político entende um pouco de tudo, e muitas vezes o técnico não entende de nada”.
Foi um raro momento em seus discursos — sempre para plateias domesticadas — em que os aplausos não surgiram espontaneamente, e o semblante dos aliados sentados ao lado, como o de Rui Costa, chefe da Casa Civil, e Edvaldo Nogueira, prefeito de Aracaju e líder da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), dispensa legenda.
O fato é, passados seis meses e o que se vê é o aumento de contas públicas, zumbís sem direção vindos de lugar algum indo pra lugar nenhum.
Só em viagens ja foram gastos mais de 12 milhões de reais e nada se trouxe na bagagem de divisas para o país, pra fechar já começam as críticas onde a imprensa já começa a ver a máscara cair de um cara que apoia Comunistas, torturadores, opressores, perseguidores entre outros crimes violentos em seus países.
* TCU vai investigar gastos exorbitantes em viagens do presidente em quatro meses pelo mundo.


